Quem nunca as admirou que atire a primeira pedra. Já que as encontramos em lugares inusitados como o túmulo de alguém qualquer ou os cabelos de uma linda mulher....
Ao parabenizar um artista jogamos rumo ao alto, que - como tudo - um dia cairá, provocando um som estrondoso da colisão do símbolo da beleza derramado e perdido no chão.
De tão delicadas, acabam por indefesas. Se sucedendo à crueldades como o egoísmo de um vazo ou a efemeridade de um buquê.
Que destino maldito esse que as condena à simples beleza. Talvez o melhor fosse morrer então. já que pelo menos assim, fazem um pouco menos pior o tormento do vazio e passageiro, ou menos fétida a inevitável podridão.

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