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| Foto: Marta Soares |
A tinta mancha o branco da pele deste ser
Talheres tilintam a orquestra dos burgos
Aprendo a engatinhar
Doce
Perfume
Galho
Hora de coisa hedionda
Cosmos que condenou-me ao Sagitário
Pressa, razão, emoção, solitário
Homicídio de ureia, obstrução do fedor, aborto do sal
Água que desidrata
Sabão que mata
Eis-me aqui mais uma vez mentindo
Mascarando meu verdadeiro casco
Ofereço ao meu amado coisa não minha
Ao zombado Poseidon meu eu
Ouro de todo, cristaleiro de vidro. ossada de barro
Os amores não pulsam, asnos
Os corações não batem, espasmos
A rima não mais alegra
Branco
Cubo
Sonho
Gotas de
Coca-cola
Teu pentágono não me quer, está acostumado.

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